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Trabalhadores discutem sustentabilidade do movimento ante à ameaça do fim do imposto sindical

Cerca de 50 sindicalistas de diversas regiões do norte e nordeste participaram do encontro, na cidade do Conde-PB.

Publicado: 15 Fevereiro, 2016 - 12h50

Escrito por: ascom da CUT-PB

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A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba participou juntamente com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT (Contracs-CUT) na última sexta-feira (12), da Plenária Regional Norte e Nordeste com o tema “Financiamento na Atividade Sindical e Prestação de Contas”. Cerca de 50 sindicalistas de diversas regiões do norte e nordeste participaram do encontro, na cidade do Conde-PB. O objetivo do evento foi debater a construção da posição do ramo do Comércio e Serviços da CUT sobre o financiamento da atividade sindical.

Após recepção e credenciamento, foi realizado o debate “Modelo de Financiamento na Atividade Sindical”, onde foram levantadas propostas/sugestões que serão debatidas no dia 23 de fevereiro, no Centro de Formação e Lazer da Contracs/CUT, em Mongaguá-SP.

Durante a mesa de abertura, o presidente da Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB), Paulo Marcelo, fez um alerta sobre o cenário de sustentabilidade do movimento sindical. Para ele, o debate em torno do financiamento sindical precisa ser mais sólido para entender as divergências de opiniões sobre o imposto sindical.

Pela tarde foram realizadas duas mesas de debate: prestação de contas e sustentabilidade das entidades sindicais, e a outra sobre eSocial.

“Projeto do governo federal, a plataforma do eSocial pretende unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados”, disse uma das auditoras fiscais do trabalho, durante palestra. O programa está disponível desde 01/10/2015 como uma rede online que fará o recolhimento unificado dos tributos e do FGTS para os empregadores domésticos. A ferramenta surge para viabilizar a determinação dada pelo texto da Lei Complementar 150.

Durante a tarde o presidente Nacional da Contracs, Alci Matos Araujo e o diretor de finanças da CUT-PB, Marcos Henriques fizeram a última mesa de debate do evento.

“Nos últimos 12 anos, tivemos aumento na formalização do emprego, queda das taxas de desemprego, aumento da renda do trabalho, avanços nos ganhos salariais e nas negociações coletivas, aumento do “poder de barganha” com a melhora do ambiente de negociação coletiva devido ao desempenho da economia, pelo menos até 2013’, relembrou. No entanto, houve queda das taxas de sindicalização no país”, destacou durante palestra sobre o “Modelo de Financiamento na Atividade Sindical.

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