A CUT Paraíba participou da mobilização nacional da educação, que paralisou toda rede estadual de ensino da Paraíba nesta quarta-feira (15)
A Central Única dos trabalhadores participou da mobilização nacional da educação, que paralisou toda rede estadual de ensino da Paraíba nesta quarta-feira (15). A paralisação nacional em defesa da educação públicafoi convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Dentre as pautas desta mobilização estão pautas nacionais e regionais, como o cumprimento integral do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), incorporação da bolsa desempenho, reposicionamento de aposentados, valorização profissional, melhores condições de trabalho, bem como as reivindicações da Marcha da Classe Trabalhadora, promovida pela CUT e outras centrais sindicais, hoje, em Brasília: Redução da Jornada e fim da escala 6x1, Combate ao feminicídio, combate a pejotização, fortalecimento das negociações coletivas, direito de negociação para os servidores e regulamentação do trabalho por aplicativos.
Segundo a diretoria do Sintep-PB, Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba, as mobilizações aconteceram em diferentes regiões do estado: João Pessoa - Ato público na Praça dos Três Poderes (ALPB); Guarabira - “Café com Luta” na sede do sindicato; Campina Grande - mobilização no escritório de representação do Governo do Estado; Cuité e Monteiro - atividades nas Gerências Regionais de Educação; Cajazeiras - Ato na sede do SINTEP-PB; Catolé do Rocha - Ato em frente a Gerência Regional de Educação: Princesa Isabel - roda de conversas, na ECIT Nossa Senhora do Bom Conselho; Patos - lançamento do pacotes de serviços na sede do Sindicato e ato na Gerência Regional de Educação; Itaporanga - Ato na Escola Estadual Adalgisa Teodulo; E em Itabaiana – Ato na praça Epitácio Pessoa.
Durante o ato, o presidente da CUT Paraíba, Tião Santos, o ato reforça e une as pautas, regionais às pautas nacionais de luta da classe trabalhadora, “o mundo trabalho se modernizou, mudou e precisamos de uma atualização nos direitos e avanço nas regulamentações em defesa das atuais condições de trabalho, com novas metas, desafios, e porque não dizer, dificuldades para a classe trabalhadora em atender uma demanda mais intensa e mais desumana”, alertou.
(Fonte: Sintep-PB)