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Lutar e enfrentar o retrocesso é a mensagem das trabalhadoras na Parada Internacional das Mulheres da Paraíba

Trabalhadoras dizem NÃO à Reforma da Previdência durante Parada Internacional das Mulheres na Paraíba

Publicado: 08 Março, 2017 - 17h39

Escrito por: ascom CUT-PB, ALPB

Emmanuela Nunes, ascom CUT-PB
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 Mais de 3 mil trabalhadoras de diversas categorias da CUT-PB se somaram à luta em defesa dos seus direitos na Parada Internacional das Mulheres, nesta quarta-feira (8), em protesto contra a Reforma da Previdência. O evento teve concentração no Ponto de Cem Réis e percorreu seis pontos estratégicos de protestos, onde foram realizadas falas de repúdio: Prédio do INSS, Lagoa Parque Solon de Lucena, Monumento Ariano Suassuna, Ministério Público e Tribunal de Justiça da Paraíba.

De acordo com a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-PB, Luzenira Linhares, a Parada Internacional das Mulheres na Paraíba superou as expectativas. “As mulheres demonstraram que estão dispostas a resistir e a lutar, ao terem demonstrado a sua capacidade de mobilização contra esse governo golpista. A sociedade paraibana, especialmente as mulheres estão reafirmando, a força das trabalhadoras, união e disposição, que possuem para o enfrentamento que precisa ser feito. Esperamos que as vozes das mulheres nas ruas de todo o Brasil sejam ouvidas. Não vamos admitir nenhum direito a menos”, explicou.

No percurso, o prédio do INSS foi ocupado pelas trabalhadoras e movimento sociais, que protestaram contra a retirada de direitos, as Reformas da Previdência e Trabalhista.

A mobilização levou às ruas de João Pessoa, as principais bandeiras de lutas dos movimentos de mulheres e feministas, que são contra a retirada de direitos, a reforma da previdência, o racismo e lutam em defesa da descriminalização do aborto, dos territórios indígenas, pelo fim da violência contra a mulher, a lesbofobia e transfobia e clamam por Nem Uma a Menos – lema da manifestação.

À tarde, as mulheres do campo e da cidade  continuaram  a marcha  pelas ruas de João Pessoa, em direção ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA),  onde ocorre uma ocupação dessas trabalhadoras.