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CUT-PB integra Comitê em Defesa do Serviço Público e Contra as Privatizações

Campanha será lançada nesta quinta-feira (15) a partir das 07h30 no Parque da Lagoa, em João Pessoa

Publicado: 14 Abril, 2021 - 21h50 | Última modificação: 15 Abril, 2021 - 05h09

Escrito por: Ascom CUT-PB

Divulgação/CUT-PB
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O evento iniciará com faixas ao redor de todo o Parque da Lagoa.

A Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) está fazendo parte do Comitê em Defesa do Serviço Público e Contra as Privatizações. Como parte das atividades do comitê, a CUT-PB convida os sindicatos, trabalhadores e trabalhadoras para participarem de um ato simbólico, nesta quinta-feira (15), para o lançamento da campanha em defesa do serviço público brasileiro.

O ato, que acontece a partir das 7h30 no Parque da Lagoa, em João Pessoa, alerta a todos sobre os ataques feitos pelo governo Bolsonaro ao serviço público em meio à pandemia. O evento iniciará com faixas ao redor de todo o Parque da Lagoa, além da distribuição de máscaras e a circulação de carros de som falando sobre o objetivo da campanha.

Para Tião Santos, presidente da CUT-PB, o movimento sindical não pode ficar de braços cruzados frente ao desmonte do estado de direito que o presidente Bolsonaro, com aval dos deputados paraibanos, está praticando.  “Eles estão querendo entregar o nosso país ao capital financeiro. A CUT se manifesta e lutará até enquanto for possível para derrotar essa pauta. O lançamento do comitê é bastante importante porque ele marca o início de uma grande campanha em defesa do serviço público e a resistência contra a reforma administrativa”,  afirmou.

Objetivo da campanha

Com o lema “Não vamos deixar que vendam o Brasil”, o movimento protesta contra a política genocida do governo federal, que já deixou mais de 350 mil mortos durante a pandemia,  contra os projetos de privatizações de Bolsonaro e seus aliados. O Comitê defende medidas restritivas efetivas e um auxílio emergencial de 600 reais, bandeiras habituais na luta da CUT-PB.

Apesar do avanço da Covid-19 no país, o governo federal segue com seu projeto de vender empresas estatais através da chamada “Reforma Administrativa”, entregando patrimônios públicos do Brasil, como o Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás e Dataprev. Os Correios, por exemplo, passando por um processo de privatização, atenderia uma pequena parte das cidades brasileiras, ao invés do 100% de cobertura como temos atualmente.

Ainda segundo Tião, após o lançamento do Comitê em Defesa do Serviço Público e Contra as Privatizações, haverá uma reunião. Nessa reunião, vamos traçar estratégias para tentar barrar estas pautas que estão movimentando o Congresso. Não podemos deixar que elas passem, não podemos permitir que privatizem nossas estatais”, concluiu.