CUT participa de audiência coletiva sobre assédio eleitoral no MPT-PB em Campina Gra
Realizada no auditório da Procuradoria do Trabalho no Município de Campina Grande, tendo como tema central “Sindicatos, democracia e assédio eleitoral”.
Publicado: 26 Agosto, 2026 - 13h06 | Última modificação: 26 Agosto, 2026 - 13h16
Escrito por: SECOM/CUTPB | Editado por: SECOM/CUTPB
O presidente, Tião Santos, e a vice-presidenta, Socorro Ramalho, representaram a CUT Paraíba na audiência coletiva promovida pelo Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), para falar sobre Assédio Eleitoral, como denunciar e o papel de cada um para garantir o direito ao voto nas Eleições 2026.
Realizada no auditório da Procuradoria do Trabalho no Município de Campina Grande, tendo como tema central “Sindicatos, democracia e assédio eleitoral”, foram realizadas palestras do procurador do Trabalho e coordenador Regional da Conalis/MPT (Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical e do Diálogo Social), Paulo Germano Costa de Arruda e pela procuradora do Trabalho e coordenadora Regional da Coordigualdade/MPT (Coordenadoria Nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho), Andressa Ribeiro Coutinho, que também é Focalizadora Eleitoral do MPT-PB, além de falas dos convidados para o evento.
Segundo o MPT-PB o objetivo do encontro foi promover o diálogo com lideranças sindicais e a reflexão sobre o papel dos sindicatos na defesa da democracia e no combate às práticas de assédio eleitoral, bem como orientar toda a população sobre como agir diante dessa prática.
Em sua fala Tião Santos destacou que o momento é importante para reflexão, “gostaríamos também que o Ministério Público pudesse fazer um evento como esse, com gestores e empresários, que se utilizam dessa prática dia a dia com os trabalhadores, pois sabemos que infelizmente o assédio não é fácil de ser provado e ainda o trabalhador ter medo de se expor e perder o emprego”. Acrescentou ainda que esse assédio eleitoral acontece muito no setor público, por cobranças dos políticos e gestores.


